Neste sábado (3), forças dos Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, após bombardeios em Caracas e em outros estados do país. O anúncio foi feito pelo presidente americano Donald Trump, em rede social, que afirmou que Maduro foi retirado do país por via aérea em operação conduzida com forças de aplicação da lei.

A procuradora-geral americana, Pam Bondi, informou que Maduro responderá à Justiça nos Estados Unidos por acusações de narcotráfico e terrorismo. Segundo relatos não confirmados, os ataques incluíram helicópteros CH-47G Chinook sobrevoando Caracas, enquanto múltiplas explosões atingiam prédios militares e civis.

A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, declarou que o paradeiro de Maduro e Cilia Flores é desconhecido e pediu uma prova de vida, reforçando que os planos de defesa integral permanecem ativos. O governo venezuelano decretou estado de emergência e mobilizou tropas em várias regiões, inclusive no Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da capital.

Líderes internacionais reagiram imediatamente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a operação como “inaceitável” e pediu ação da ONU. O presidente colombiano Gustavo Petro mobilizou tropas na fronteira e criticou a ofensiva americana. Rússia, Irã e Cuba repudiaram a ação, enquanto o presidente argentino Javier Milei comemorou a captura. A União Europeia e o Chile pediram contenção e respeito ao direito internacional.

Com informações do Estadão